Cheio de metáforas e conotações, o ser humano é um ser muito curioso. É impressionante a capacidade que temos de ocilar entre dois extremos em uma fração de segundo. Ora amamos, noutra odiamos. Ora estamos felizes, noutra tristes. Mas o que realmente importa não são os extremos em que chegamos, mas sim como
fazemos de cada momento e de cada situação, um motivo, ou necessidade para fazê-lo. Se partirmos do princípio de que tudo na vida é circunstancial, chegamos a conclusão de que isso não acontece por acaso, mas sim por alguma razão. O ciúme é considerado um sentimento circunstancial pelo fato de funcionar como
o ditado: ''A ocasião faz o ladrão'', certo? Ele nos apossa quando sentimos muito medo de perder algo, mas como tudo tem solução, algo tão ruim não poderia ficar de fora, não é verdade? O melhor remédio já inventado para o ciúme é a confiança. A confiança é algo complicado de se obter, principalmente quando se gosta muito de algo, mas como tudo que é difícil tem uma boa recompensa, a confiança é a maior prova de amor que se pode dar à alguém. A confiança é um sentimento forte que une laços mas que pode ser destruída facilmente pela sua maior vilã, a traição. A traição é o ponto mais baixo em que o ser humano pode
chegar pois destrói uma de suas principais virtudes. Mas o que são virtudes? As virtudes de um ser humano é algo que não pode ser explicado com palavras, as virtudes estão em nossas ações aonde realmente podemos provar que somos HUMANOS, ou até mesmo nos pequenos gestos como um ''Obrigado'', ''Por favor'',
''Desculpe'', ''Bom dia''ou ''Eu te amo'', e essas virtudes são o que chamamos de Deus. O Deus e o Diabo, dois opostos extremos e todos, sem excessão nenhuma, possuímos os dois dentro de nós, é o que nos faz educados, rebeldes, frios, medrosos, corajosos, carentes, é o que nos faz ser humano, ninguém nasce bom ou mau, nossas escolhas nos fazem o que somos.
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